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Roberto Justus ficou famoso no Brasil com o seu programa ‘O Aprendiz’ e a moda agora é demitir.

No embalo da crise, Multinacionais pelo mundo todo anunciam cortes de 75 mil vagas e na Europa já são mais de 16 mil. A frase ‘você está demitido’ realmente pegou na crise financeira de 2009 e está sendo dita na escala milhar.

Veja abaixo o Ranking das Demissões* ao longo do globo e as principais empresas que estão demitindo:

Caterpillar 20 mil
Pfizer 19 mil
Motorola 17 mil
Alcoa 13,5 mil
Nextel 8mil
TDK 8 mil
ING 7 mil
Intel 6 mil
BHP 6 mil
Philips 6 mil
Ericsson 5 mil
Eaton 5,2 mil
Hertz 4 mil
Corus 3,5 mil
Honda 3,1 mil
Rio Tinto 2,6 mil
General Motors 2 mil
IBM 1,4 mil
Microsoft 1,4 mil
AMD 1,1 mil
Harley Davidson 1,1 mil

*fonte: Jornal Folha de São Paulo, 27 Jan 2009

No Brasil a CAT demitiu 380 de sua unidade em Piracicaba. Demais empresas ainda não se manifestaram sobre os cortes que serão realizados no País.

Evolução da Selic

O Banco Central reduziu ontem a taxa básica de juros de 13,75% para 12,75%.

A Redução de 1 ponto percentual é considerada uma medida radical nos tempos de calmaria. Porém a medida sinaliza que o BCB já iniciou a descida da Selic.

Com as mudanças repentinas no cenário mundial a taxa do Brasil se tornou uma outliner frente às demais economias do mundo, e a correção visa acalmar as pressões políticas.

Os Bancos devem reduzir, na sequência, o spread bancário e espera-se alta da bolsa nos próximos dias.

A facilação ao crédito no mercado interno deve reduzir o fluxo de capital captado no exterior, aliviando a pressão cambial e favorecendo o investimento estrangeiro na Bovespa nos próximos meses.

Pontos da Bovespa

Comparando os dois gráficos, notamos a relação inversa entre IBOVESPA e SELIC.

Gráficos: advfn.com

Depois de um atraso de quase 4 meses das notícias assombrosas da crise nos EUA, a recessão “finalmente” está batendo aqui no Brasil.

Dezembro fecha o ano de 2008 registrando corte de 655 mil vagas no emprego formal (os setores afetados foram principalmente a indústria de sucos e alimentos, que não está conseguindo exportar com a queda da demanda).

Mesmo com o saldo positivo (1.500 milhões de vagas novas no ano de 2008) os indicadores sinalizam o início da crise. As vendas de papelão ondulado caíram 6,5% e o mercado de trabalho já apresenta os sinais da crise.

Este ano papai noel foi bom com a gente. Trouxe um grande saco vermelho.

A “lei da oferta e demanda” é um conceito econômico que resume o impacto entre compradores e vendedores.

A ‘lei’ defende que a precificação de bens e mercadoria é consequência de ambas as forças, causando equilíbrio ou desequilíbrio para um dos lados.

Quando a Oferta é Maior do que a Demanda

Existem mais pessoas vendendo do que comprando. O resultado disso é um excedente de produtos no mercado, sem compradores. Temos deflação. Os preços caem pois todos querem vender e estão competindo entre si pelo cliente.

Quando a Demanda é Maior do que a Oferta

Existem mais pessoas comprando do que vendedores. O resultado disso é a falta de produtos no mercado. Temos inflação. Os preços sobem pois os consumidores estão disputando entre si a aquisição de bens e produtos que estão ‘em falta’ no mercado.

Veja abaixo um gráfico que explica os principais fatores de influência na oferta e demanda.
Lei da Oferta e Demanda

Recessão é uma situação econômica onde o mercado deixa de comprar e produzir bens e mercadorias, causando a interrupção do crescimento do PIB ou até mesmo contração da economia.

Os períodos de recessão ocorrem, principalmente, quando a DEMANDA é afetada. Neste caso os “compradores” desaparecem do mercado – ou ficam com o seu poder de compra restrito – e a Indústria e o Comércio são obrigados a deixar de produzir para não ficarem “estocados”.

A recessão pode ocorrer também do lado da OFERTA, porém quando a Indústria atinge níveis descontrolados de estoque (produziu mais do que consegue escoar) e se vê obrigada a interroper a produção por falta de vendas.

Resumindo, a recessão é o resultado do descompasso econômico entre OFERTA E DEMANDA.

A tão sonhada independência financeira pode estar mais próxima do que você imagina. O primeiro passo é entender os conceitos para atingir os objetivos. O segundo é colocá-los em prática! (boa sorte!)

São duas as principais barreiras que impedem as pessoas de atingir a independência financeira:

1) Não saber Poupar
2) Não saber Investir

Poupança e Investimento são dois conceitos relacionados, e muito frequente as pessoas os confundem entre si, porém poupar e investir são duas missões completamente distintas – requerem habilidades completamente diferentes.

Habilidade de Poupar  (Taxa de Poupança)

Poupar é a ‘arte’ de gastar menos do que você ganha, fazendo com que os seus ativos acumulem ao longo do tempo.

O poupador não se preocupa com o presente e é disciplinado o suficiente para não assumir mais compromissos financeiros do que pode  absorver.

A taxa de poupança está ligada à cultura da população – uma vez que a mídia, comerciais do varejo e os ensinamentos da família exercem profunda relação com a taxa de poupança de uma civilização.

Veja abaixo um comparativo da taxa de poupança dos principais países do globo:

Taxa de Poupança - Gráfico
fonte: Eliana Cardoso - Sobre Cigarras e Formigas

A China possui uma taxa de poupança de 45%. Praticamente o dobro do Brasil. A taxa de poupança, além de influenciar no crescimento do país – a China cresce a 10% ao ano, contra 3-4% do Brasil, afeta a disponibilidade de crédito do mercado.

Porque não poupar?

A maioria das pessoas não poupa por falta de disciplina. Outras, tentam viver com foco no ‘presente’ despendendo com viagens, roupas e um consumismo exagerado para fazer valer a sua existência.

Também não é raro encontrar pessoas que não poupam pois não conseguem enxergar benefícios, não conhecem os investimentos e portanto não se sentem à vontade juntando dinheiro.

Porque poupar ?

A poupança é o único caminho para uma vida financeira estável. Seja para empresas ou mesmo pessoas, a poupança é fundamental para eliminar a presença do capital de terceiros no orçamento.

O capital de terceiros, quase sempre remunerado a altas taxas de juros ou dividendos, atuam como agravante do balanço orçamentário diminuindo cada vez mais a disponibilidade de capital.

A poupança é o primeiro passo para iniciar a construção do seu patrimônio. 

Habilidade de Investir (Investimentos)

Outro impeditivo que também atua como barreira à Independência Financeira é o conhecimento sobre Investimentos.

Não saber investir pode ser comparado a não saber dirigir. Imagine que você precisa cruzar uma longa distância, porém só sabe fazê-lo à pé.

Os motivos podem ser vários, como: medo de andar de carro, acidentes, levar multas, perder a carteira etc… Enfim: quen não investe leva muito mais tempo para chegar em algum lugar do que as pessoas que sabem como movimentar o seu capital.

Mesmo assim, você não é obrigado a dirigir na contra-mão, passar em sinais vermelhos ou dirigir em alta velocidade. Afinal, existem conhecimentos básicos que podem ser aprendidos e praticados para que você não corra um risco excessivo.

Com os investimentos é exatamente assim. Existem ‘conhecimentos’ que precisam ser compreendidos para que você não faça bobagem quando for investir.

Os mais importantes são:
– Lei da Oferta e Demanda;
– Matemática Financeira;
– Juros Simples e Juros Compostos;
– Inflação e Taxa Básica de Juros;
– Diferenças entre Títulos, Imóveis e Negócios;
– Orçamento, Planejamento e Gestão;

Dominando estes termos, você poderá montar um plano financeiro para atingir os seus objetivos e conquistar a Independência Financeira.

O primeiro passo você já deu (ler este texto). De agora em diante, basta se aprofundar nos temas acimas para começar a poupar e investir.

Você terá atingido sua Independência Financeira quando os seus rendimentos forem superiores às suas despesas.

Até a Próxima ;)

“Poupar para ter” é uma condição óbvia mas sem sentido. Para que ter, se, condicionalmente, não pode gastá-lo.

A frase correta certamente seria “Quem poupa e investe tem para sempre e à vontade”

Sempre tive curiosidade para entender o mercado e os investidores. Ainda não tinha feito matemática financeira e tinha muitas dúvidas sobre investimentos, porém grande admiração pelo assunto.

Mas não foi a FGV que me ensinou a importância dos ativos e da renda, foi lendo o livro “Pai Rico Pai Pobre” que me dei conta de como era estúpido financeiramente e estava fazendo bobagens na vida.

Pai Rico Pai Pobre foi o “marco zero” da minha educação financeira. É uma verdadeira bíblia para que você entenda definitivamente os riscos que está correndo se não aprender a investir o seu dinheiro e fazer planos para o futuro.

No livro, “Pai Rico” é o pai de adoção do garoto, que entende tudo sobre finanças e “Pai Pobre” é o pai verdadeiro, professor e trabalhador. O livro contrapõe o Pai Rico e o Pai Pobre interpretando os Investidores e o Trabalhadores e prova que é possível traçar um plano, mesmo com pouca renda.

Recomendo a todos a leitura deste livro. Além deste li outros da coleção e do assunto, porém este é realmente fenomenal. Tks robert kiyosaki!!