O comportamento do consumidor nunca esteve tão próximo das teorias de marketing quanto atualmente.

Em 1975, Maslow escreveu a “Teoria da motivação humana” detalhando e segmentando em grupos as principais necessidades do ser humano, partindo de sua condição social.

Em 1998, Kotler incrementou sua teoria, acrescentando forças de mercado, segmentação do consumidor e revolucionando a ótica do marketing.

Certamente, muita coisa mudou nestes últimos 32 anos. O segmento mais afetado pela evolução tecnológica, sem dúvida, é o da Comunicação, que envolve a Publicidade e consequentemente o mundo dos negócios.
No meio do século, grandes grupos industriais e comerciais se formaram em torno de investimento em publicidade, construindo verdadeiros gigantes em torno de marcas e patentes. Foi a era de grandes marcas como GM, SONY, PANASONIC, HP, IBM, Microsoft e Apple.
Estas marcas, construídas através do tempo, pela experimentação do produto em curvas progressivas de exposição à marca, duravam anos. Os investidores aproveitavam a sinergia de branding para adquirir empresas de outros segmentos, expandindo o core-business.
Com o advento da internet, os custos de publicidade despencaram. Modelos de negócios que eram baseados em negociação de volume junto a fornecedores de produtos e mídia estão sendo devastados pelas campanhas de SEM e CPC.
Pequenos anunciantes, com produtos verticais, estão adentrando o mercado com baixo investimento, baixo risco e altas taxas de retorno.
A segmentação agora pode ser feita por região, por hábito, por tipo de conteúdo, por palavra-chave, por horário… e bastam alguns minutos para configurar sua campanha. O ‘mailing’ está desaparecendo. A segmentação agora é on-the-fly.
Marcas antes desconhecidas estão ganhando força nas bolsas de todo o mundo. Google, Yahoo, Orkut, Facebook, MySpace, MSN e outras construíram audiências jamais vistas nos meios tradicionais.
O marketing nunca foi tão necessário quanto nos dias de hoje. Estamos na era do foco e da eficiência.
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